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PREPARANDO O PÁTIO0%

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ROLE PARA PERCORRER ↓

INVENTÁRIO / EXEMPLO DE ORGANIZAÇÃO

Informação que acompanha
a sua operação.

21 pilhas delimitadas no pátio de demonstração. Na contratação, método, base de cálculo e entregáveis são definidos para a sua área.

PilhaMaterialVolume
Solicitar levantamento volumétrico ↗

01 / Inventário físico georreferenciado

Rastreabilidade física do estoque:
cada pilha individualizada, cubada e documentada.

O inventário volumétrico por drone transforma o pátio em um registro geométrico documentado, de apoio ao controle contábil. Cada lote recebe identificação exclusiva, centróide georreferenciado, cálculo de volume em metros cúbicos (m³), estimativa de massa em toneladas (t) e memorial descritivo da base adotada, viabilizando a conciliação direta com ERPs como SAP e TOTVS.

pilhas delimitadas no pátio
21
volume total cubado
17.694 m³
dados rastreáveis para auditoria
100%
medição em pilhas e taludes
100% remota
P-01 · Areia · 270 m³P-02 · Areia · 252 m³P-03 · Areia fina · 126 m³P-04 · Areia para aterro · 179 m³P-05 · Cascalho 20 mm · 205 m³P-06 · Cascalho 20 mm · 80 m³P-07 · Agregado natural 20 mm · 14 m³P-08 · Cascalho graduado 4–20 mm · 49 m³P-09 · Cascalho 10 mm · 196 m³P-10 · Agregado peneirado · 1.580 m³P-12 · Agregado calcário britado · 550 m³P-13 · Agregado reciclado de concreto 0–40 mm · 424 m³P-14 · Finos de britagem calcária · 556 m³P-15 · Solo peneirado · 9.623 m³P-17 · Composto 1 · 1.080 m³P-18 · Composto 2 · 640 m³P-19 · Composto 3 · 400 m³P-20 · Composto 4 · 100 m³P-21 · Composto 5 · 870 m³P-22 · Composto 6 · 200 m³P-23 · Composto 7 · 300 m³
IMAGEM DO MODELO · VISTA DE TOPO

Inventário do pátio

Painel interativo · selecione uma pilha para consultar

PilhaMaterialVolumeParticipação
P-15Solo peneirado9.623 m³54,4%
P-10Agregado peneirado1.580 m³8,9%
P-17Composto 11.080 m³6,1%
P-21Composto 5870 m³4,9%
P-18Composto 2640 m³3,6%
P-14Finos de britagem calcária556 m³3,1%
P-12Agregado calcário britado550 m³3,1%
P-13Agregado reciclado de concreto 0–40 mm424 m³2,4%
P-19Composto 3400 m³2,3%
P-23Composto 7300 m³1,7%
P-01Areia270 m³1,5%
P-02Areia252 m³1,4%
P-05Cascalho 20 mm205 m³1,2%
P-22Composto 6200 m³1,1%
P-09Cascalho 10 mm196 m³1,1%
P-04Areia para aterro179 m³1,0%
P-03Areia fina126 m³0,7%
P-20Composto 4100 m³0,6%
P-06Cascalho 20 mm80 m³0,5%
P-08Cascalho graduado 4–20 mm49 m³0,3%
P-07Agregado natural 20 mm14 m³0,1%

Modelo HexCam, CC BY 4.0

02 / Metodologia e engenharia de cálculo

Como calculamos a cubagem.
Superfície, limite e base auditáveis.

O cálculo volumétrico compara a superfície real levantada contra uma base de referência dentro de um perímetro delimitado. A escolha técnica e a declaração explícita desses três elementos asseguram que o resultado possa ser auditado por fiscais, peritos e controladores internos.

P-01 colorida por elevação relativa P-01 com a textura do modelo O QUE SE VÊO QUE SE MEDE · ELEVAÇÃO

A superfície (MDS)

A fotogrametria com drone combina capturas em visadas nadir (-90°) e oblíquas (-45°) com apoio geodésico de solo, gerando a nuvem densa de pontos e o Modelo Digital de Superfície (MDS). Essa técnica reconstrói cristas e taludes íngremes com alta fidelidade geométrica. Arraste a divisão acima para comparar imagem e elevação relativa.

Conciliação entre datas: retirada, acúmulo, corte e aterro.

Confrontando campanhas periódicas amarradas ao mesmo sistema geodésico (SIRGAS 2000 UTM), geramos mapas diferenciais com o saldo volumétrico.
Em obras civis e mineração, a confrontação indica áreas de corte e aterro, servindo de apoio documentado para Boletins de Medição.

Perfil esquemático da mesma pilha em duas datas Pilha anterior em linha tracejada e pilha atual em linha contínua, ambas apoiadas na mesma base. A área só da pilha anterior foi retirada; a área só da pilha atual foi acumulada; a área comum permaneceu. Nada fica abaixo da base. É o saldo entre as duas superfícies, não o total movimentado no período. RETIRADO MANTIDO ACUMULADO Pilha na data anteriorPilha na data atual DIAGRAMA ESQUEMÁTICO · SEM ESCALA

Etapas de atendimento

Do alinhamento inicial ao relatório final com TRT.

Materiais, frequência, condições de acesso e finalidade orientam o método e os critérios de conferência.

01

Escopo & Premissas

Alinhamos os materiais, a densidade aparente, a frequência de medição (mensal, trimestral ou pontual) e as exigências da engenharia e da auditoria de estoque.

02

Campo & Apoio Geodésico

Planejamos o levantamento (drone ou laser scanner SLAM) e o apoio GNSS RTK em solo. A operação é coordenada com a gerência do pátio, sem paralisar máquinas e sem expor equipes a riscos em taludes.

03

Processamento & CQ

Construímos as superfícies digitais, vetorizamos os pés de pilha e validamos a geometria com pontos de checagem independentes (checkpoints) antes do cálculo.

04

Relatório & Integração

Entregamos o memorial de cálculo com TRT, planilha para carga direta no ERP e arquivos nos formatos de engenharia acordados (DWG, GeoTIFF, LandXML).

03 / Entregáveis técnicos e compatibilidade CAD/GIS

Do inventário de pátios
ao boletim de medição.

Relatórios, planilhas e arquivos vetoriais e matriciais atendem tanto o inventário de estoques quanto a medição de corte e aterro em obras.
Dados estruturados com precisão centimétrica e compatibilidade nativa com AutoCAD Civil 3D, QGIS e sistemas ERP.

Relatório Volumétrico Técnico

Ilustração de relatório volumétrico com mapa do pátio, identificação das pilhas e tabela de volumes.
O que representa
Memorial de cálculo detalhado pilha a pilha, precisão do apoio geodésico, método, datas, base e premissas documentadas.
Uso no trabalho
Conferência de quantitativos, apoio a auditorias contábeis, com emissão de TRT (CFT).

Formatos PDF estruturado com TRT.

Planilha de Inventário Físico

Ilustração de planilha de inventário com identificação dos estoques, volumes e participação.
O que representa
Tabela estruturada contendo código do lote, material, centróide (X, Y), volume em m³, densidade aparente e massa em toneladas.
Uso no trabalho
Conciliação física de estoques e importação direta em sistemas de gestão contábil e ERP (SAP, TOTVS, Protheus).

Formatos XLSX · CSV, conforme escopo.

Delimitação de Pilhas e Pátio

Vista de topo do pátio de demonstração com perímetros das pilhas destacados.
O que representa
Polígonos vetoriais georreferenciados dos pés e cristas de pilhas, acessos e limites operacionais da planta.
Uso no trabalho
Planejamento de lavra, controle de ocupação de pátio e repetição rigorosa dos perímetros entre campanhas periódicas.

Formatos DXF · DWG · SHP / GPKG · KML, conforme escopo.

Mapa Diferencial (Cut/Fill)

Ilustração do pátio com zonas de corte e aterro em azul e laranja.
O que representa
Matriz altimétrica de saldo volumétrico entre datas distintas ou contra o greide de projeto (corte e aterro).
Uso no trabalho
Comprovação técnica de espessuras movimentadas, acompanhamento de bota-foras e respaldo a Boletins de Medição.

Formatos GeoTIFF 32-bit · PDF em prancha técnica.

Modelos de Elevação (MDT / MDS)

Vista de topo do modelo de demonstração colorida por elevação relativa.
O que representa
Superfícies contínuas do terreno filtrado (MDT) e da conformação bruta da área (MDS) em formato raster e vetorial tridimensional.
Uso no trabalho
Modelagens no AutoCAD Civil 3D, simulações de drenagem, novos cálculos e estudos de ampliação de praça.

Formatos GeoTIFF · LandXML, conforme escopo.

Perfis e Seções Transversais

Ilustração de seções A–A e B–B de pilhas, com superfície do material e referência de terreno.
O que representa
Cortes ortogonais ilustrando a relação gráfica entre a superfície levantada, a linha de base e a inclinação dos taludes.
Uso no trabalho
Conferência visual de alturas de crista, estabilidade geométrica de bermas e conferência expedita de projeto.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Ortomosaico Georreferenciado

Ilustração de vista aérea do pátio, suas pilhas e acessos.
O que representa
Mosaico aéreo ortorretificado de alta resolução espacial (GSD centimétrico) georreferenciado em SIRGAS 2000 UTM.
Uso no trabalho
Inspeção visual da distribuição de pilhas, rotas de tráfego pesado, bacias de contenção e apoio aos desenhos CAD.

Formatos GeoTIFF · ECW / JPG com worldfile.

Nuvem de Pontos 3D

Vista de topo com pontos amostrados da superfície do modelo de demonstração.
O que representa
Conjunto denso de coordenadas tridimensionais (X, Y, Z com valores RGB reais), tratado e classificado por solo e vegetação.
Uso no trabalho
Consulta métrica no CloudCompare, Autodesk ReCap ou softwares de planejamento de mina e topografia avançada.

Formatos LAS / LAZ, conforme escopo.

Os números nas ilustrações compõem a demonstração técnica. Produtos, nível de detalhamento e formatos de exportação são definidos no escopo contratual de cada trabalho.

04 / Por que contratar a LuftPlan

Medição com rigor de engenharia
e controle documentado.

Cada cubagem registra a superfície, o limite e a base adotados, para que a sua equipe técnica confira os quantitativos e repita o critério nas campanhas futuras com rastreabilidade.

Integração com seu fluxo CAD e ERP

Relatório executivo, planilha pronta para importação contábil (SAP/TOTVS) e modelos tridimensionais em formatos nativos para AutoCAD Civil 3D e QGIS.

Conformidade e respaldo legal

Apoio geodésico GNSS RTK com pontos de controle e checagem independentes. Laudos técnicos acompanhados de Termo de Responsabilidade Técnica (TRT no CFT) para auditorias fiscais.

Operação remota e preservação da equipe

Engenharia que elimina a subida de topógrafos em pilhas instáveis e taludes escorregadios, reduzindo expressivamente o risco de acidentes e atendendo às diretrizes das NR-18 e NR-22 sem interromper o tráfego de caminhões e máquinas.

Para diferentes operações

Setores atendidos

Metodologia adaptada ao tipo de material, à frequência de medição e à finalidade técnica de cada empreendimento.
Atendemos desde rotinas periódicas de fechamento contábil e conciliação em ERPs (SAP/TOTVS) até o acompanhamento de projetos em AutoCAD Civil 3D, softwares de mineração e comprovação perante órgãos reguladores (ANM e órgãos ambientais).

Mineração e Pedreiras

Cubagem de pilhas de ROM, britados e estéril, além do acompanhamento geométrico de cavas e frentes de lavra. Dados precisos para conciliação de produção na planta, controle de estabilidade de bancadas (NR-22) e suporte técnico ao Relatório Anual de Lavra (RAL) e CFEM junto à ANM.

Indústria de Celulose, Papel e Biomassa

Cubagem periódica de leiras de compostagem, cascas de madeira, cavacos de biomassa, lama de cal, DREGS e resíduos industriais, com levantamento em pátios ativos e cálculo sobre o piso real inclinado.

Pátios de Agregados, Concreto e Asfalto

Inventário periódico de areias, britas (0, 1, 2 e pó), bica corrida, fresados (RAP) e reciclados de concreto (RCD). Confronto físico com pesagens de balança rodoviária para identificação de perdas, ajuste de umidade na densidade aparente e calibração de baias de usinagem.

Gestão de Resíduos e Aterros Sanitários

Determinação da capacidade volumétrica remanescente (vida útil em m³) contra o greide de encerramento de projeto. Monitoramento de taxas de compactação, cubagem de camadas de solo de cobertura e geração de memoriais técnicos para atendimento a condicionantes de licença ambiental (LO).

Infraestrutura, Terraplanagem e Obras

Cálculo auditável de corte e aterro por comparação de superfícies temporais (MDT). Mapeamento de bota-foras, jazidas e caixas de empréstimo com memorial de cálculo para aprovação ou contestação de Boletins de Medição (BM), eliminando divergências entre construtora e fiscalização.

Siderurgia, Metalurgia e Terminais Retroportuários

Grandes estoques de carvão vegetal e mineral, coque, gusa, sucata ferrosa, clínquer e fertilizantes em pátios industriais e armazéns de granéis sólidos.

05 / Próximo passo

Solicite uma avaliação técnica e proposta
para o seu pátio ou operação.

Envie a localização da área (KML/KMZ ou coordenadas), os tipos de materiais estocados e a finalidade principal: inventário fiscal de estoque, boletim de medição de terraplanagem ou controle ambiental. Nossa equipe técnica dimensiona a metodologia executiva ideal para a sua operação e encaminha uma proposta técnica e comercial detalhada.

06 / Perguntas frequentes

Critérios claros.
Respostas para planejar.

Precisão, referência geodésica e condições de operação fazem parte do escopo de cada levantamento.

Qual é a precisão da medição volumétrica por drone comparada à topografia convencional?

Com apoio geodésico em solo realizado por receptores GNSS RTK de alta precisão e pontos de checagem independentes (checkpoints), a acurácia posicional alcança nível centimétrico (RMSE 3D típico de 2 cm). Em termos de cubagem volumétrica, a incerteza estatística declarada situa-se habitualmente entre 1,5% e 3% do volume total. Diferente da topografia clássica que interpola poucos pontos esparsos, o aerolevantamento com visadas nadir e oblíquas registra milhões de coordenadas na superfície visível, capturando a conformação tridimensional real da pilha.

Como é calculada a cubagem quando o piso ou a base da pilha é irregular?

O cálculo volumétrico depende do confronto entre a superfície levantada e a base de referência. Quando a base não é visível sob o material, adotamos três métodos de engenharia: (1) Levantamento primitivo (levantamento zero) do terreno limpo antes da estocagem, condição de maior exatidão; (2) Piso de projeto ou piso pavimentado conhecido, aplicando cotas e greides fornecidos pela contratante; (3) Modelagem do piso real inclinado do pátio, interpolando o terreno a partir do solo exposto entre leiras e pilhas. A premissa adotada é integralmente declarada no memorial descritivo.

Como é feita a conversão do volume medido em metros cúbicos (m³) para peso em toneladas (t)?

O levantamento determina o volume geométrico em metros cúbicos (m³). A conversão para peso em toneladas (t) é realizada multiplicando-se o volume pela massa específica aparente (densidade em t/m³) informada pela contratante para cada lote de material, com base em ensaios laboratoriais ou histórico operacional. Nossas planilhas e relatórios discriminam essa relação de conversão para conciliação contábil transparente.

O levantamento por drone exige paralisar as atividades do pátio ou da obra?

Não. Uma das grandes vantagens operacionais do drone é manter as atividades em andamento. O voo ocorre acima do fluxo de caminhões e pás-carregadeiras, sem necessidade de isolamento das pistas ou paralisação de máquinas. O plano de voo é alinhado previamente com a segurança do pátio, eliminando a necessidade de técnicos escalarem taludes instáveis (atendimento às normas NR-18 e NR-22).

Como é calculada a capacidade remanescente em aterros sanitários e células de resíduos?

Confrontamos a superfície tridimensional atual (MDT) contra o greide de encerramento do projeto executivo aprovado. A diferença espacial indica o volume remanescente em metros cúbicos (m³). Esse saldo permite estimar a vida útil restante da célula e apoia o atendimento às condicionantes dos órgãos ambientais estaduais.

Os relatórios volumétricos da LuftPlan podem ser usados em auditorias?

Sim, como documentação técnica. Os relatórios volumétricos e laudos de cubagem emitidos pela LuftPlan contam com Termo de Responsabilidade Técnica (TRT no CFT), assinados por profissional habilitado, e registram método, base e limitações. A aceitação em auditorias, fiscalizações e perícias cabe a cada instituição.