Escopo & Premissas
Alinhamos os materiais, a densidade aparente, a frequência de medição (mensal, trimestral ou pontual) e as exigências da engenharia e da auditoria de estoque.
A experiência começa automaticamente.
INVENTÁRIO / EXEMPLO DE ORGANIZAÇÃO
21 pilhas delimitadas no pátio de demonstração. Na contratação, método, base de cálculo e entregáveis são definidos para a sua área.
| Pilha | Material | Volume |
|---|
01 / Inventário físico georreferenciado
O inventário volumétrico por drone transforma o pátio em um registro geométrico documentado, de apoio ao controle contábil. Cada lote recebe identificação exclusiva, centróide georreferenciado, cálculo de volume em metros cúbicos (m³), estimativa de massa em toneladas (t) e memorial descritivo da base adotada, viabilizando a conciliação direta com ERPs como SAP e TOTVS.
Painel interativo · selecione uma pilha para consultar
| Pilha | Material | Volume | Participação |
|---|---|---|---|
| P-15 | Solo peneirado | 9.623 m³ | 54,4% |
| P-10 | Agregado peneirado | 1.580 m³ | 8,9% |
| P-17 | Composto 1 | 1.080 m³ | 6,1% |
| P-21 | Composto 5 | 870 m³ | 4,9% |
| P-18 | Composto 2 | 640 m³ | 3,6% |
| P-14 | Finos de britagem calcária | 556 m³ | 3,1% |
| P-12 | Agregado calcário britado | 550 m³ | 3,1% |
| P-13 | Agregado reciclado de concreto 0–40 mm | 424 m³ | 2,4% |
| P-19 | Composto 3 | 400 m³ | 2,3% |
| P-23 | Composto 7 | 300 m³ | 1,7% |
| P-01 | Areia | 270 m³ | 1,5% |
| P-02 | Areia | 252 m³ | 1,4% |
| P-05 | Cascalho 20 mm | 205 m³ | 1,2% |
| P-22 | Composto 6 | 200 m³ | 1,1% |
| P-09 | Cascalho 10 mm | 196 m³ | 1,1% |
| P-04 | Areia para aterro | 179 m³ | 1,0% |
| P-03 | Areia fina | 126 m³ | 0,7% |
| P-20 | Composto 4 | 100 m³ | 0,6% |
| P-06 | Cascalho 20 mm | 80 m³ | 0,5% |
| P-08 | Cascalho graduado 4–20 mm | 49 m³ | 0,3% |
| P-07 | Agregado natural 20 mm | 14 m³ | 0,1% |
Modelo HexCam, CC BY 4.0
02 / Metodologia e engenharia de cálculo
O cálculo volumétrico compara a superfície real levantada contra uma base de referência dentro de um perímetro delimitado. A escolha técnica e a declaração explícita desses três elementos asseguram que o resultado possa ser auditado por fiscais, peritos e controladores internos.
O QUE SE VÊO QUE SE MEDE · ELEVAÇÃO
A fotogrametria com drone combina capturas em visadas nadir (-90°) e oblíquas (-45°) com apoio geodésico de solo, gerando a nuvem densa de pontos e o Modelo Digital de Superfície (MDS). Essa técnica reconstrói cristas e taludes íngremes com alta fidelidade geométrica. Arraste a divisão acima para comparar imagem e elevação relativa.
Vetorizamos a linha de quebra (breakline) no contato entre o material e o piso do pátio para definir exatamente a área de cálculo. Materiais contíguos ou bordas espalhadas recebem critérios geométricos claros de segregação, documentados no relatório técnico.
A referência de base pode ser o terreno primitivo antes da estocagem (levantamento zero), o piso de projeto ou a modelagem do piso real inclinado do pátio, interpolado a partir dos trechos de solo exposto entre leiras e pilhas. O critério adotado é integralmente registrado no memorial descritivo.
Processamos a integração volumétrica célula a célula comparando as superfícies (método DTM vs DTM). O cálculo diferencial elimina distorções de fórmulas geométricas aproximadas e reflete o volume físico real do material.
Confrontando campanhas periódicas amarradas ao mesmo sistema geodésico (SIRGAS 2000 UTM), geramos mapas diferenciais com o saldo volumétrico.
Em obras civis e mineração, a confrontação indica áreas de corte e aterro, servindo de apoio documentado para Boletins de Medição.
Etapas de atendimento
Materiais, frequência, condições de acesso e finalidade orientam o método e os critérios de conferência.
Alinhamos os materiais, a densidade aparente, a frequência de medição (mensal, trimestral ou pontual) e as exigências da engenharia e da auditoria de estoque.
Planejamos o levantamento (drone ou laser scanner SLAM) e o apoio GNSS RTK em solo. A operação é coordenada com a gerência do pátio, sem paralisar máquinas e sem expor equipes a riscos em taludes.
Construímos as superfícies digitais, vetorizamos os pés de pilha e validamos a geometria com pontos de checagem independentes (checkpoints) antes do cálculo.
Entregamos o memorial de cálculo com TRT, planilha para carga direta no ERP e arquivos nos formatos de engenharia acordados (DWG, GeoTIFF, LandXML).
03 / Entregáveis técnicos e compatibilidade CAD/GIS
Relatórios, planilhas e arquivos vetoriais e matriciais atendem tanto o inventário de estoques quanto a medição de corte e aterro em obras.
Dados estruturados com precisão centimétrica e compatibilidade nativa com AutoCAD Civil 3D, QGIS e sistemas ERP.

Formatos PDF estruturado com TRT.

Formatos XLSX · CSV, conforme escopo.
Formatos DXF · DWG · SHP / GPKG · KML, conforme escopo.

Formatos GeoTIFF 32-bit · PDF em prancha técnica.

Formatos GeoTIFF · LandXML, conforme escopo.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Formatos GeoTIFF · ECW / JPG com worldfile.

Formatos LAS / LAZ, conforme escopo.
Os números nas ilustrações compõem a demonstração técnica. Produtos, nível de detalhamento e formatos de exportação são definidos no escopo contratual de cada trabalho.
04 / Por que contratar a LuftPlan
Cada cubagem registra a superfície, o limite e a base adotados, para que a sua equipe técnica confira os quantitativos e repita o critério nas campanhas futuras com rastreabilidade.
Relatório executivo, planilha pronta para importação contábil (SAP/TOTVS) e modelos tridimensionais em formatos nativos para AutoCAD Civil 3D e QGIS.
Apoio geodésico GNSS RTK com pontos de controle e checagem independentes. Laudos técnicos acompanhados de Termo de Responsabilidade Técnica (TRT no CFT) para auditorias fiscais.
Engenharia que elimina a subida de topógrafos em pilhas instáveis e taludes escorregadios, reduzindo expressivamente o risco de acidentes e atendendo às diretrizes das NR-18 e NR-22 sem interromper o tráfego de caminhões e máquinas.
Para diferentes operações
Metodologia adaptada ao tipo de material, à frequência de medição e à finalidade técnica de cada empreendimento.
Atendemos desde rotinas periódicas de fechamento contábil e conciliação em ERPs (SAP/TOTVS) até o acompanhamento de projetos em AutoCAD Civil 3D, softwares de mineração e comprovação perante órgãos reguladores (ANM e órgãos ambientais).
Cubagem de pilhas de ROM, britados e estéril, além do acompanhamento geométrico de cavas e frentes de lavra. Dados precisos para conciliação de produção na planta, controle de estabilidade de bancadas (NR-22) e suporte técnico ao Relatório Anual de Lavra (RAL) e CFEM junto à ANM.
Cubagem periódica de leiras de compostagem, cascas de madeira, cavacos de biomassa, lama de cal, DREGS e resíduos industriais, com levantamento em pátios ativos e cálculo sobre o piso real inclinado.
Inventário periódico de areias, britas (0, 1, 2 e pó), bica corrida, fresados (RAP) e reciclados de concreto (RCD). Confronto físico com pesagens de balança rodoviária para identificação de perdas, ajuste de umidade na densidade aparente e calibração de baias de usinagem.
Determinação da capacidade volumétrica remanescente (vida útil em m³) contra o greide de encerramento de projeto. Monitoramento de taxas de compactação, cubagem de camadas de solo de cobertura e geração de memoriais técnicos para atendimento a condicionantes de licença ambiental (LO).
Cálculo auditável de corte e aterro por comparação de superfícies temporais (MDT). Mapeamento de bota-foras, jazidas e caixas de empréstimo com memorial de cálculo para aprovação ou contestação de Boletins de Medição (BM), eliminando divergências entre construtora e fiscalização.
Grandes estoques de carvão vegetal e mineral, coque, gusa, sucata ferrosa, clínquer e fertilizantes em pátios industriais e armazéns de granéis sólidos.
05 / Próximo passo
Envie a localização da área (KML/KMZ ou coordenadas), os tipos de materiais estocados e a finalidade principal: inventário fiscal de estoque, boletim de medição de terraplanagem ou controle ambiental. Nossa equipe técnica dimensiona a metodologia executiva ideal para a sua operação e encaminha uma proposta técnica e comercial detalhada.
06 / Perguntas frequentes
Precisão, referência geodésica e condições de operação fazem parte do escopo de cada levantamento.
Com apoio geodésico em solo realizado por receptores GNSS RTK de alta precisão e pontos de checagem independentes (checkpoints), a acurácia posicional alcança nível centimétrico (RMSE 3D típico de 2 cm). Em termos de cubagem volumétrica, a incerteza estatística declarada situa-se habitualmente entre 1,5% e 3% do volume total. Diferente da topografia clássica que interpola poucos pontos esparsos, o aerolevantamento com visadas nadir e oblíquas registra milhões de coordenadas na superfície visível, capturando a conformação tridimensional real da pilha.
O cálculo volumétrico depende do confronto entre a superfície levantada e a base de referência. Quando a base não é visível sob o material, adotamos três métodos de engenharia: (1) Levantamento primitivo (levantamento zero) do terreno limpo antes da estocagem, condição de maior exatidão; (2) Piso de projeto ou piso pavimentado conhecido, aplicando cotas e greides fornecidos pela contratante; (3) Modelagem do piso real inclinado do pátio, interpolando o terreno a partir do solo exposto entre leiras e pilhas. A premissa adotada é integralmente declarada no memorial descritivo.
O levantamento determina o volume geométrico em metros cúbicos (m³). A conversão para peso em toneladas (t) é realizada multiplicando-se o volume pela massa específica aparente (densidade em t/m³) informada pela contratante para cada lote de material, com base em ensaios laboratoriais ou histórico operacional. Nossas planilhas e relatórios discriminam essa relação de conversão para conciliação contábil transparente.
Não. Uma das grandes vantagens operacionais do drone é manter as atividades em andamento. O voo ocorre acima do fluxo de caminhões e pás-carregadeiras, sem necessidade de isolamento das pistas ou paralisação de máquinas. O plano de voo é alinhado previamente com a segurança do pátio, eliminando a necessidade de técnicos escalarem taludes instáveis (atendimento às normas NR-18 e NR-22).
Confrontamos a superfície tridimensional atual (MDT) contra o greide de encerramento do projeto executivo aprovado. A diferença espacial indica o volume remanescente em metros cúbicos (m³). Esse saldo permite estimar a vida útil restante da célula e apoia o atendimento às condicionantes dos órgãos ambientais estaduais.
Sim, como documentação técnica. Os relatórios volumétricos e laudos de cubagem emitidos pela LuftPlan contam com Termo de Responsabilidade Técnica (TRT no CFT), assinados por profissional habilitado, e registram método, base e limitações. A aceitação em auditorias, fiscalizações e perícias cabe a cada instituição.