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NUVEM DE SUPERFÍCIEESTUDO DE TERRITÓRIO / 01

Role para explorar ↓

Levantamento LiDAR · perfilamento a laser

Levantamento LiDAR com drone: do território à base de projeto.

Perfilamento a laser para equipes de engenharia, incorporadoras, loteadoras e construtoras que precisam conhecer o relevo e preparar a base de trabalho.

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Captura

Primeiro o voo. Pulsos de laser registram o território.

O drone percorre faixas planejadas com o sensor LiDAR. Área, relevo, cobertura vegetal e finalidade orientam o plano de voo e a sobreposição das faixas.

MÉTODO
LiDAR aerotransportado · multirretorno
EQUIPAMENTO
DJI Matrice 400 + Zenmuse L3

Registro e controle

Nuvem bruta é o começo. Controle traz acurácia e rastreabilidade aos dados.

A nuvem é ajustada a pontos de apoio medidos em campo. Pontos de checagem independentes, fora do ajuste, permitem avaliar o resultado e ficam registrados no relatório.

SISTEMA
SIRGAS 2000 / UTM 22S
ALTITUDE
hgeoHNOR2020, salvo definição do projeto

Classificação

Entre os retornos do laser, identificamos o terreno.

Parte dos pulsos pode alcançar o solo por aberturas na vegetação. A classificação separa solo, vegetação e edificações conforme os retornos disponíveis. Sob mata fechada, esse retorno depende de densidade de pulsos, estrato, folhagem e altura de voo.

MDS
com vegetação e edificação
MDT
terreno, conforme os retornos de solo

Elevações

Cada cor revela uma altura do terreno.

Das baixadas às partes altas, as cores tornam o relevo legível. Modelos de elevação apoiam o estudo de drenagem, acessos e implantação, conforme o escopo.

Mais baixoMais alto
Elevação relativa · terreno ilustrativo

Cartografia

Pontos viram informação. Uma base para decidir.

Curvas e cotas descrevem o relevo; vias, edificações e vegetação registram o que existe, conforme o escopo.

Entrega

Do voo ao arquivo. Dados preparados para o projeto.

Nuvem classificada e produtos para CAD e GIS conforme escopo, com sistema de referência, método e limitações registrados no relatório.

ENTREGA
LAS / LAZ · GeoTIFF · DWG · DXF · PDF · conforme escopo

Role para explorar ↓

Dados exclusivos para demonstração de metodologia.

01 / O que é

O laser mede o todo,
a classificação separa o solo.

O levantamento LiDAR com drone, também chamado de perfilamento a laser, usa o sensor DJI Zenmuse L3 embarcado no DJI Matrice 400. O sensor registra múltiplos retornos por pulso: parte dos pulsos atravessa as aberturas na copa e registra o solo, que é a base do modelo digital de terreno (MDT). O conjunto de pontos forma a nuvem, base para modelos de terreno e de superfície, curvas de nível e cartografia.

Terreno (MDT) da área ilustrativa Ortofoto da área ilustrativa FOTO · COPASMDT · TERRENO
MESMA ÁREA / COMPARAÇÃO ILUSTRATIVAArraste ou use as setas do teclado

Foto × LiDAR

A foto vê as copas. O LiDAR busca o terreno.

Mesma área, mesmo enquadramento. Arraste a divisão para comparar o que a imagem mostra com o que o laser entrega onde há retorno de solo.

O que a foto vê

Topo das copas

A ortofoto mostra a superfície visível: copas, telhados e solo exposto. Sob a vegetação, o terreno não aparece.

O que o LiDAR entrega

Terreno sob a mata, onde há retorno de solo

O MDT usa os retornos classificados como solo. Onde eles faltam, o terreno é interpolado e a cobertura obtida consta no relatório.

Demonstração ilustrativa, com território sintético.

Quando o Perfilamento a Laser é superior aos métodos convencionais e Aerofotogrametria?

01

Vegetação Densa

Os múltiplos retornos permitem registrar o solo por aberturas na copa, o que a fotogrametria não consegue. Onde há retorno de solo, é possível ler talvegues, drenagens e erosões sob a mata. Avaliamos a cobertura vegetal antes do voo para planejar o voo e a densidade de pulsos.

02

Áreas extensas

Faixas de voo contínuas cobrem glebas grandes com um padrão de captura uniforme, conforme o escopo.

03

Relevo acidentado

Encostas, talvegues e cortes ganham leitura contínua para estudo de drenagem, acessos e terraplenagem.

04

Linhas e faixas

Corredores, acessos e faixas de servidão são percorridos em voo linear, com a nuvem organizada ao longo do traçado.

LiDAR é o método de aquisição. A planta planialtimétrica é um produto, definido por finalidade, escala e referência. Em terreno aberto e sem mata, a fotogrametria costuma atender: veja Topografia.

02 / Como trabalhamos

Do planejamento operacional,
ao arquivo final.

A qualidade de um levantamento LiDAR se avalia com pontos medidos em campo, não pela aparência da nuvem.

01

Escopo e premissas

Alinhamos área, cobertura vegetal, finalidade, produtos e formatos. A viabilidade de retorno de solo sob vegetação é avaliada antes do voo.

02

Voo LiDAR e apoio GNSS

Voo com DJI Matrice 400 e sensor DJI Zenmuse L3, em operação regularizada na ANAC/DECEA, com seguro RETA. Pontos de apoio e de checagem medidos em campo com GNSS Trimble Catalyst DA2.

03

Processamento, classificação e controle

A nuvem é ajustada aos pontos de apoio e conferida em pontos de checagem independentes. Referência: SIRGAS 2000 / UTM 22S e altitude ortométrica com o modelo de conversão hgeoHNOR2020, salvo definição do projeto.

04

Entrega e integração

Arquivos nos formatos acordados e relatório com método, sistema de referência, origem do Z, cobertura de solo obtida e limitações. Não divulgamos um valor único de precisão: ele depende da área, da cobertura e do escopo.

03 / LiDAR × fotogrametria

Dois métodos,
algumas perguntas.

Cada método vê uma coisa. Muitos projetos usam os dois, e a escolha parte da cobertura do terreno e do que o projeto precisa decidir.

CritérioLiDAR com droneFotogrametria
O que registraA distância até a superfície, medida por pulsos de laser: geometria direta.Imagens sobrepostas: a geometria é calculada a partir da textura visível.
VegetaçãoParte dos pulsos pode chegar ao solo por aberturas. Em mata fechada, o retorno de solo pode ser escasso.Não vê o solo sob a copa. O modelo acompanha o topo da vegetação, e o terreno sob ela é interpolado.
Luz e climaO sensor não depende da luz do sol, mas o voo depende de vento e chuva.Depende de boa iluminação. Sombras e superfícies muito uniformes prejudicam o resultado.
Cor e texturaA cor da nuvem vem da câmera RGB. O sensor, por si, mede geometria.Gera ortomosaico com leitura visual detalhada, útil para cadastro.
Terreno aberto, sem mataAtende; costuma ser indicado quando o projeto pede densidade alta de pontos ou já combina áreas com vegetação.Costuma atender bem, com pontos de apoio e checagem em campo.
Cabos, torres e estruturas finasRegistra cabos, torres e postes como pontos, úteis para faixas de servidão e linhas de transmissão.Tem dificuldade em reconstruir cabos finos e estruturas vazadas.
Quando combinarRelevo sob vegetação e feições lineares finas, como faixas e corredores.Imagem para contexto, ortomosaico e cadastro do que existe sobre o terreno.

Para topografia com drone, fotogrametria e planta planialtimétrica, veja Topografia.

04 / Entregáveis

Arquivos que entram
no seu fluxo.

Nuvem, modelos, desenhos e relatório em formatos abertos de CAD e GIS. Os produtos seguem o escopo de cada trabalho.

Ilustração de nuvem de pontos com cores por classe: solo, vegetação e edificação.

Nuvem de pontos classificada

O que representa
Pontos com posição tridimensional, separados em solo, vegetação e edificações conforme os retornos disponíveis.
Uso no trabalho
Consultar, medir e extrair seções em CAD, GIS e programas de nuvem.

Formatos LAS · LAZ, conforme escopo.

Ilustração de modelo digital do terreno em escala de cores por elevação, com áreas sem retorno de solo indicadas.

Modelo Digital do Terreno (MDT)

O que representa
Relevo do terreno gerado a partir dos retornos classificados como solo. Depende dos retornos de solo obtidos: sob mata densa, a cobertura pode ser parcial.
Uso no trabalho
Estudos de drenagem, acessos e terraplenagem, com as áreas de menor cobertura de solo informadas no relatório.

Formatos GeoTIFF e LandXML (TIN para Civil 3D), conforme escopo.

Ilustração de modelo digital de superfície com copas de árvores e edificações em relevo sobre o terreno.

Modelo Digital de Superfície (MDS)

O que representa
Superfície que inclui copas, edificações e demais objetos sobre o terreno.
Uso no trabalho
Leitura de alturas de vegetação e edificações sobre o terreno.

Formatos GeoTIFF, conforme escopo.

Ilustração de curvas de nível com cotas sobre fundo claro.

Curvas de nível

O que representa
Representação do relevo por linhas de mesma altitude, derivadas do modelo de terreno.
Uso no trabalho
Base altimétrica em CAD e GIS para projeto, locação e análise do relevo.

Formatos DWG · DXF · SHP / GPKG, conforme escopo.

Ilustração de perfil longitudinal e seção transversal extraídos da nuvem de pontos.

Perfis e seções extraídos da nuvem

O que representa
Cortes do terreno e da superfície ao longo de eixos e transversais definidos no escopo.
Uso no trabalho
Estudo de greide, corredores, taludes e interferências com a vegetação.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Ilustração de planta planialtimétrica com curvas de nível, vias, edificações e vegetação mapeadas.

Planta planialtimétrica com feições

O que representa
Desenho com relevo e feições (vias, edificações, vegetação, drenagens) conforme o escopo.
Uso no trabalho
Base de projeto e de cadastro em CAD, na escala e no nível de detalhe definidos.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Ilustração de ortomosaico georreferenciado de uma área com vias, edificações e vegetação.

Ortomosaico

O que representa
Imagem georreferenciada da área, gerada pelo voo RGB feito junto ao voo LiDAR.
Uso no trabalho
Leitura visual e cadastro do que existe na data do voo.

Formatos GeoTIFF, conforme escopo.

Ilustração de relatório técnico com mapa da área, pontos de apoio e de checagem e tabela de controle.

Relatório de processamento e controle

O que representa
Método, sistema de referência, classificação, pontos de apoio e de checagem, e limitações.
Uso no trabalho
Registro rastreável do levantamento e conferência dos critérios adotados.

Formatos PDF, conforme escopo.

Imagens ilustrativas. Produtos, nível de detalhe e formatos são definidos no escopo de cada trabalho; nem todo levantamento inclui todos os itens.

05 / Por que contratar a LuftPlan

Dados de laser que sua equipe
consiga utilizar para projetar.

O escopo é definido pela decisão do projeto, com os limites do método declarados.

Equipe técnica especializada

Atuação desde 2007, em Curitiba/PR, com quem entende o arquivo que o CAD, o BIM e o geoprocessamento vão usar.

Controle documentado

Pontos de apoio e de checagem independentes, com relatório de método, referência e limitações.

Arquivos para o seu fluxo

Nuvem classificada e produtos organizados para Civil 3D, QGIS, Revit via ReCap e formatos abertos.

Para diferentes equipes e projetos

Setores atendidos

O escopo é definido conforme a área, a cobertura e a finalidade do dado.

Loteamentos e urbanismo

Relevo e base planialtimétrica para estudos de implantação, sistema viário e drenagem de glebas.

Infraestrutura e obras lineares

Corredores de rodovias, linhas de transmissão e dutos, com a nuvem organizada ao longo do traçado.

Mineração

Leitura de frentes, taludes e bancadas para acompanhamento e planejamento, conforme o escopo.

Meio ambiente e florestal

Relevo sob a vegetação onde houver retorno de solo, para estudos ambientais e manejo.

Drenagem e saneamento

Modelos de terreno para bacias, talvegues, caimentos e traçado de redes.

Setor público

Base cartográfica para planejamento territorial, regularização e obras públicas.

06 / Próximo passo

Solicite uma proposta técnica para a sua área.

Para definir o escopo, reúna:

  • limite da área em KML/KMZ ou DWG
  • cidade e acesso
  • finalidade do levantamento
  • tipo de vegetação
  • produtos e formatos desejados
  • sistema de referência do projeto
  • prazo desejado

07 / Perguntas frequentes

Critérios claros.
Respostas para planejar.

Cobertura de solo, referência e controle fazem parte do escopo de cada levantamento.

O LiDAR enxerga o terreno sob a vegetação?

Parte dos pulsos pode chegar ao solo por aberturas na copa. Quanto chega depende da densidade de pulsos, do estrato, da folhagem e da altura de voo. Sob mata densa, o retorno de solo pode ser escasso, e o resultado depende do caso: a viabilidade é avaliada antes do voo, e o relatório informa a cobertura de solo obtida.

Qual a diferença entre LiDAR e fotogrametria?

O LiDAR mede a distância até a superfície por pulsos de laser e pode registrar retornos abaixo da copa. A fotogrametria calcula a geometria a partir de imagens sobrepostas e não vê o solo sob a vegetação, onde o terreno é interpolado. Em terreno aberto, a fotogrametria costuma atender; muitos projetos combinam os dois métodos.

Quais arquivos recebo e em que programas abrem?

Conforme o escopo: nuvem classificada (LAS ou LAZ), modelos em GeoTIFF, curvas e plantas em DWG, DXF ou SHP/GPKG, e relatório em PDF. Civil 3D, QGIS, Global Mapper e CloudCompare abrem LAS e LAZ. O Revit não abre LAS e LAZ nativamente: usa RCP ou RCS gerados no ReCap.

Como a qualidade do levantamento é conferida?

A nuvem é ajustada a pontos de apoio medidos em campo com GNSS. Pontos de checagem independentes, que não entram no ajuste, permitem avaliar o resultado. Método, sistema de referência, pontos de apoio e de checagem e limitações ficam registrados no relatório.

Outros serviços

Quando outro método responde melhor.

Topografia

Topografia com drone, fotogrametria e planta planialtimétrica para terreno aberto e cadastro.

Conhecer o serviço

As Built

Registro do que foi construído, com SLAM e GNSS RTK, para reforma, compatibilização e manutenção.

Conhecer o serviço

Volumetria

Volumes de pilhas e estoques, e corte e aterro entre datas, com método e premissas documentados.

Conhecer o serviço