Levantamento planialtimétrico / Aerofotogrametria
Topografia com drone. Cada ponto tem uma origem.
A visão do drone e a medição em campo se encontram para construir a base do seu projeto.
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Levantamento planialtimétrico / Aerofotogrametria
A visão do drone e a medição em campo se encontram para construir a base do seu projeto.
Solicitar levantamento01 / Captura aérea
Imagens sobrepostas formam uma nuvem de pontos: solo exposto, copas e edificações. A superfície visível ganha forma, posição e cor.
02 / Leitura do solo
Retirar árvores e construções da nuvem não revela o solo oculto. Onde as imagens não enxergaram o terreno, faltam pontos.
03 / Complementação em campo
Pontos obtidos com GNSS RTK, em magenta, complementam o solo visível. Mais espaçados, registram cotas e mudanças de relevo verificadas em campo.
Sob vegetação, a solução GNSS exige controle de qualidade. Quando necessário, o levantamento é complementado com medição adicional em campo.
04 / Triangulação
Os vértices da nuvem e os pontos RTK se conectam em triângulos. Nas lacunas, faces maiores tornam a interpolação visível.
Sob edificações: interpolação a partir do entorno, sem medição do solo sob a construção.
05 / Modelo do terreno
A malha dá continuidade ao terreno e permite ler suas elevações. A superfície entre medições é interpolada; o detalhamento depende dos dados de campo.
06 / Base para projeto
Relevo, vias, vegetação e edificações reunidos em uma base planialtimétrica. Método, precisão e entregáveis são definidos conforme o seu projeto.
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Dados exclusivos para demonstração de metodologia
01 / O que é
Levantamento planialtimétrico é a representação do terreno em planta e em relevo, com feições, cotas e curvas de nível. Segue as diretrizes da ABNT NBR 13133. O planialtimétrico cadastral vai além e inclui feições de infraestrutura, como redes, postes, caixas e meio-fio, conforme escopo. A LuftPlan combina aerofotogrametria com drone RTK e medição de campo com GNSS RTK.
O levantamento topográfico com drone cobre áreas extensas com muito menos tempo de campo, trazendo acurácia ímpar para toda a área mapeada. Para áreas com grande quantidade de vegetação densa encobrindo o solo, o método muda: veja quando complementar.
Base de relevo e feições para estudo preliminar, anteprojeto e projeto executivo.
Leitura do relevo para planejar cortes e aterros e conferir a superfície existente.
Traçado, acessos e infraestrutura estudados sobre o relevo da área.
Drenagem, análise de viabilidade e conferência de obra.
02 / Metodologia combinada
A aerofotogrametria mapeia com grande eficiência toda a superfície visível da área. Para o que o sensor óptico não alcança, como o solo sob a vegetação, integramos o voo à coleta terrestre com GNSS RTK e entregamos uma única superfície contínua, coerente com o terreno.
Coletamos pontos diretamente no solo sob as manchas de vegetação, linhas de drenagem e elementos ocultos pelas copas. Os dados do RTK são fundidos ao levantamento aéreo para gerar um único Modelo Digital de Terreno (MDT), ideal para áreas com vegetação isolada ou de fácil acesso.
Se o terreno possui cobertura vegetal extensa, mata fechada ou acesso restrito para equipe em solo, o sensor a laser embarcado é a solução mais eficiente. Parte dos pulsos atravessa as frestas da folhagem e registra o terreno diretamente pelo ar.
Conheça o levantamento com LiDAR →Etapas e tecnologias
O resultado é conferido por pontos de apoio e pontos de checagem independentes, e o que não pôde ser observado é declarado.
Alinhamos a área, a finalidade, os produtos e formatos esperados e o sistema de referência do projeto.
Plano de voo com DJI Mavic 3 Enterprise RTK. Em solo, pontos de apoio e de checagem medidos com receptor GNSS RTK Trimble Catalyst DA2, com correção em tempo real por base ou rede.
Conferência por pontos de checagem independentes, em SIRGAS 2000 / UTM 22S e altitude ortométrica com o modelo de conversão hgeoHNOR2020, salvo definição do projeto. Onde a vegetação esconde o solo, complemento em campo.
Arquivos nos formatos acordados e relatório com referência, origem das cotas, data do voo, pontos usados e limitações.
03 / O que você recebe
A combinação de produtos segue a finalidade do levantamento.
Os arquivos chegam prontos para utilizar no seu software de preferência.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Formatos DWG · DXF · SHP / GPKG, conforme escopo.

Formatos LandXML (superfície TIN para Civil 3D) · DWG · GeoTIFF, conforme escopo.

Formatos GeoTIFF, conforme escopo.

Formatos GeoTIFF, conforme escopo.

Formatos LAS / LAZ, conforme escopo.

Formatos DWG · DXF · PDF, conforme escopo.

Formatos PDF, conforme escopo.
Imagens ilustrativas. Produtos, nível de detalhe e formatos são definidos no escopo de cada trabalho; nem todo levantamento inclui todos os itens.
04 / Da imagem à planta
Separe os planos para ver o que cada produto acrescenta e onde ele para. Selecione uma camada para destacá-la.
Visualização esquemática em camadas para mostrar como cada produto deriva do levantamento. Em projetos reais, os produtos são georreferenciados e conferidos em pontos de checagem medidos com GNSS RTK.
05 / Por que contratar a LuftPlan
Atendemos o Paraná e Santa Catarina. O escopo parte da decisão que o projeto precisa tomar, com os limites do método declarados.
Pontos de apoio e de checagem independentes. O relatório registra método, referência, origem das cotas e limitações.
Equipe de agrimensura, em Curitiba desde 2007, que entende o arquivo de projeto: Civil 3D, QGIS e formatos abertos.
Quando só a imagem não basta, o levantamento é complementado com GNSS RTK ou LiDAR, conforme o escopo. Operações de drone regularizadas na ANAC e no DECEA, com seguro RETA.
Para diferentes equipes e projetos
O escopo é definido conforme a área, a finalidade e os produtos necessários.
Base de relevo e feições para estudo de viabilidade, traçado e implantação de empreendimentos.
Superfície existente para planejar cortes e aterros e conferir a movimentação de terra.
Planta com relevo e feições existentes para implantação, anteprojeto e projeto.
Relevo e feições para traçado de vias, redes, drenagem e estudos de viabilidade.
Leitura do terreno e da cobertura para estudos ambientais, drenagem e uso do solo.
Base cartográfica de áreas e feições para projetos públicos e processos de regularização.
06 / Próximo passo
Para definir o escopo, reúna:
07 / Perguntas frequentes
Referência, método e limites fazem parte do escopo de cada levantamento.
Representa o terreno em planta, com limites, vias, edificações, vegetação e demais feições, e em relevo, com cotas e curvas de nível. É a base usada em estudos, projetos e obras.
Complementa. O drone cobre áreas extensas com menos tempo de campo e funciona melhor em terreno aberto. Sob vegetação e em feições ocultas, a imagem não alcança o solo: o levantamento é complementado com medição de campo, com medição de campo em GNSS RTK, ou com LiDAR em áreas extensas.
Em SIRGAS 2000 / UTM 22S, com altitude ortométrica obtida pelo modelo de conversão hgeoHNOR2020, salvo definição diferente do projeto. O sistema de referência e a origem das cotas ficam registrados no relatório.
Por pontos de apoio, que posicionam o modelo, e por pontos de checagem independentes, medidos com GNSS e não usados no ajuste. Os resultados, a origem das cotas e as limitações, incluindo o que não pôde ser observado, ficam no relatório de processamento e controle.